
domingo, 4 de dezembro de 2011
EQUIDADE NA REPARTIÇÃO DE SACRIFÍCIOS

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
NÃO!!!
Começou o mês de Dezembro. Em família, Dezembro representa, a pausa, o aconchego, a solidariedade, a amizade, o amor, a dádiva, todos os sentimentos guardados cá dentro e que, ao longo do ano, vão ficando fechados no turbilhão da vida de todos os dias. Dezembro, na nossa casa, é um mês de Paz, de alegria, de reencontro, de harmonia. Há que acumular todas as energias que nos permitam enfrentar mais uns meses, até Agosto. Para o Henrique, o Natal concentrava todos esses valores. O Natal permitia-lhe vivê-los, senti-los e, o mais importante, exprimi-los. Com ele, aprendemos a viver o mês que agora começa. Sem ele, cabe-nos unir a família e transmitir às gerações mais novas o sentido dos valores, dos ideais, das convicções, que nos legou. O Henrique é a Família. Dentro de nós, ainda está aquele grito de dor, de incredulidade, de desespero, que a sua morte totalmente inesperada nos provocou, e que o Nuno tão bem escreveu.
NÃO!!!
O grito vem do fundo de tudo
NÃO!!!
Voaram os pássaros para longe, para onde já nada era.
NÃO!!!
O mundo roda à minha volta e agora não estou em mim
NÃO!!!
Mas cá estamos. Na incerteza do mundo de amanhã, tudo o que ele nos legou constitui um cimento, que mantém sólidos os pilares que nos permitem viver no meio da tormenta, das angústias, da incerteza. Somos Família, somos o Henrique, ausente das nossas vidas, mas presente nas nossas almas.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A SUAVE MÃO DA TUA AUSÊNCIA

VISÃO HUMANISTA DA DEMOCRACIA
" Passamos por um momento da nossa vida nacional em que se torna importante reafirmarmos a nossa concepção de democracia.
Os direitos económicos e sociais têm um ponto de partida, que são os inalienáveis direitos políticos e cívicos fundamentais; e têm um ponto de destino, que é a democracia plena e a libertação do Homem. Estes dois vectores são inseparáveis.
Mas democracia plena, na minha perspectiva de social-democrata, é enquadrada para além e sobre uma visão parcelar de subordinação do poder económico, que deve ser, de facto, um instrumento ao serviço do Homem: ela significa, fundamentalmente, a progressiva porque porventura nunca terminada libertação do Homem, o seu combate secular pela conquista total da eminente dignidade que lhe é inerente.
As constrições económicas e as discriminações sociais constituem, sem dúvida, grilhetas a quebrar. Mas não se conseguirá, seguramente, quebrá-las à margem de um quadro de plena democracia representativa.
As reformas sociais não se atingem nunca à custa da liberdade."
Vimeiro, 25 de Outubro 1981 (Excerto de um discurso proferido no “Primeiro Encontro Nacional dos Sociais- Democratas nas Comissões de Trabalhadores”
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
POR UMA NOVA ORDEM ECONÓMICA INTERNACIONAL

