"Quando as leis do trabalho se fazem sem uma participação profunda e efectiva dos parceiros sociais, arriscam-se a ter uma vigência contestada, ora por uns, ora por outros. Isso não serve os interesses do desenvolvimento da nossa economia e da justiça social.
Costuma dizer-se que as pessoas se entendem é a falar. Pois também é discutindo, sem falsos preconceitos, que os parceiros sociais poderão chegar, um dia, a plataformas de entendimento mínimo. Porque o consenso é o caminho maia válido do desenvolvimento. E o desenvolvimento social e económico é o esteio da paz nas sociedades.
É chegado o momento de fazermos prova de que o diálogo social é possível e necessário."